A história dos Vídeo Games

Historia dos Videogames

A evolução e a história dos videogames

A história dos videogames começa por volta de 1950, quando se começou a estudar a ciência da computação e consequentemente a desenhar jogos básicos em linha de comandos, simulações e programas de inteligência artificial. Na altura não teriam muita fama, sendo que a explosão dos videogames só aconteceu em 1970 e 1980, na altura em que os computadores começaram a ser comercializados para as pessoas. Também ajudou na difusão dos jogos, o fato de terem surgido os consoles e jogos arcade. Parte deste sucesso também se deve ao fato dos jogos fazerem uso de computadores mainframe. Desde então tanto os jogos como as consoles têm evoluído a um ritmo alucinante, já contabilizando oito gerações de consoles.

A década de 70 foi particularmente enriquecedora tendo em conta que muitos jogos foram lançados nessa década. Por exemplo, em 1975 surgiu o primeiro jogo com linha de visão gráfica, ainda que programado em texto. Em 1977 a indústria dos videogames teve uma queda enorme, isto porque os fabricantes de consoles mais antigos venderam os sistemas, tendo prejuízo e causando excesso e oferta no mercado.

Surgiram então os consoles de segunda geração que continham algum software e em que os programas eram gravados em ROM chips que eram montados em invólucros de plástico quer seriam posteriormente ligados ao console. Entre 1978 e 1986, os jogos arcade tiveram a sua idade de ouro sendo as principais empresas na base deste sucesso japonesas. Em 1978 foi lançado Space Invaders, da Taito, que inspirou outros fabricantes a entrar no mercado. Em 1979 foram lançados dois sucessos deste tipo de jogos, Galaxian, da Namco e Asteroids da Atari que venderam 40 mil cópias e 70 mil cópias respetivamente. Em 1980 surgiu o mundialmente famoso Pac-Man que vendeu mais de 350 mil cópias. Foi nesta altura em que se diversificaram as categorias de jogos, como ação e aventura, role-playing games, beat’em up, luta, “hack and slash”, jogos de plataformas de corridas entre outros.

(Uma pena este vídeo não ter legendas! Para quem arriscar, é muito bom, vale a pena ver!)

Em 1983 a indústria dos jogos experienciou nova crise, no que parecia tornar-se um ciclo, sendo que desta vez ainda foi pior do que da primeira (1977). Muitas empresas fabricantes de computadores domésticos e consoles faliram entre o final de 1983 e início de 1984. Esta crise foi provocada sobretudo pela produção de jogos mal projetados.

Assim, nasceram os consoles de terceira geração, em 1985 com o lançamento da Nintendo. Jogos como Super Mario Bros e Legendo of Zelda continuam ainda hoje a ser exlusivos desta marca, que “governou” o mercado. Tinha apenas concorrentes na Europa, como Commodore 64, Amstrad CPC e ZX Spectrum.

Na década de 90 os jogos arcade tiveram o seu declínio e foi por esta altura que chegaram as consoles de quarta (de 1988 a 1999, com 16-bits) e quinta geração (de 1993 a 2006, com 32 e 64 bits, exemplo PlayStation). Foi também nesta altura que surgiram os jogos para telemóvel, nomeadamente, os Nokia.

A sexta geração aprece entre 1998 e 2013 com a Dreamcast em 1998 e o evoluir das já existentes, PS2, Xbox, entre outras.

A sétima geração aprece com as consoles portáteis e sem controladores (Nintendo Wii, PSP).

Atualmente fala-se de consoles de oitava geração, como PS4 e Xbox One, ou então em Microconsoles, que além de permitirem jogar na internet, armazenam os jogos na consola sem ser necessário o uso de CD’s e Blu-rays.

Com toda esta tecnologia, o que poderemos esperar no futuro? Será que em breve conseguiremos jogar consoles com capacetes e o nosso pensamento? Será que o acesso a jogos online será projetado numa parede em vez de um ecrã?